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O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE MATO GROSSO DO SUL

Economia de Mato Grosso do Sul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A região onde Mato Grosso do Sul está localizado contribui muito para o seu desenvolvimento econômico, pois é vizinho dos grandes centros produtores e consumidores do Brasil: Minas Gerais, São Paulo e Paraná, além de fazer fronteira com dois países sul-americanos (Bolívia e Paraguai), uma vez que se situa na rota de mercados potenciais de toda a zona ocidental da América do Sul e se comunica com a Argentina através da Bacia do Rio da Prata, dando também acesso ao oceano Atlântico e ao Pacífico através dos países andinos, como Bolívia e Chile. A principal área econômica do estado do Mato Grosso do Sul é a do planalto da bacia do Paraná, com seus solos florestais e de terra roxa. Nessa região, os meios de transporte são mais eficientes e os mercados consumidores da região Sudeste estão mais próximos.


Generalidades

No estado 44,77% da população residente compõe a população economicamente ativa (PEA). Quanto ao rendimento médio das pessoas de dez anos ou mais (1.366.871 habitantes), 55,85% (763.293 habitantes) têm como renda média mensal até um salário-mínimo. Segundo dados da Secretaria de Estado de Finanças, Orçamento e Planejamento de Mato Grosso do Sul (SEFOP), do total de ICMS arrecadado pelo estado, 52,7% provém do comércio, 23.7% da agropecuária, 17,2% de serviços e o restante vem da indústria.

A maior economia do estado é Campo Grande com um PIB de mais de R$ 10 bi, seguido de Dourados (R$2,87 bi), Corumbá (R$ 2,84 bi) e Três Lagoas (R$ 1,5 bi). Segue abaixo a lista dos 20 maiores PIBs e PIBs per capta de MS:

1
10.462.086.000
11
520.499.000
2
2.872.065.000
12
498.162.000
3
2.846.250.000
13
483.746.000
4
1.518.087.000
14
402.949.000
5
726.502.000
15
398.907.000
6
700.372.000
16
398.625.000
7
603.860.000
17
374.895.000
8
597.429.000
18
333.844.000
9
586.648.000
19
328.265.000
10
581.603.000
20
306.588.000



1
31.017,14
11
18.874,36
2
28.693,20
12
18.253,25
3
23.479,39
13
17.608,42
4
22.522,51
14
17.221,18
5
21.932,53
15
17.211,11
6
21.383,18
16
17.135,71
7
21.109,16
17
16.799,54
8
20.371,53
18
16.065,46
9
20.264,14
19
15.853,86
10
19.158,95
20
15.486,98

Corredor bioceânico

As saídas para o Pacífico e Atlântico possuem uma característica única, que as diferenciam das demais. Elas são de molde a proporcionar uma reversão de expectativas em toda a região fronteiriça brasileira situada dentro das suas regiões de influência. Em outras palavras, colocam em situação mais privilegiada em termos de desenvolvimento potencial as regiões mais afastadas dos grandes centros colonizados, tendo em vista que quanto mais afastadas, mais próximas estarão dos portos oceânicos no Pacífico

Entre os produtos a serem exportados da região de infuência dos corredores para o Pacífico e Atlântico aqui estudados, abrangendo os Estados ( ou parte deles) de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas e Acre, podemos citar: Produtos Agrícolas com ou sem beneficiamento (soja, milho, arroz, açúcar, cacau, café, frutas, etc.), Produção extrativista vegetal (madeira beneficiada, borracha, castanha, etc.), Carne frigorificada (de boi e de frango) e Produtos industrializados.

Chama-se a atenção para o fato de que o transporte de mercadorias por containers reforça a viabilidade destes corredores.

Rota do Atlântico

O Paraguai possui boas saídas para o Atlântico através do Brasil, a partir de Campo Grande/Dourados, em direção aos portos de Paranaguá e Santos. Em Paranaguá e Santos existem entrepostos livres, que permitem ao Paraguai exportar diretamente por estes portos sem que as mercadorias dêm entrada no Brasil. Conta também com a navegação pelo Rio Paraguai, de Assunção até o Rio da Prata.

A distância entre Campo Grande e Paranaguá é de 1093 km, sendo 265 em pista dupla. Entre Campo Grande e Santos é de 1032 km, sendo mais de dois terços do percurso em pista dupla.

Rota do Pacífico

Saídas rodoviárias para os portos do Pacífico através da Bolívia, permitem economizar percurso a partir de zonas produtoras, diminuir os tempos totais de viagem dos produtos, além de promoverem o intercâmbio regional com os países vizinhos, possibilitando o tráfego de mercadorias e passageiros. Sem uma infra-estrutura adequada que garanta o transporte internacional e sem energia para as agroindústrias se estabelecerem, os acordos comerciais regionais terão muita dificuldade para prosperar.

Exportando-se pelos portos do Pacífico, os percursos para Yokohama ficam portanto de 5.070 a 7.900 km mais curtos, dependendo das rotas e dos portos visitados, tornando os fretes marítimos mais baixos e diminuindo os tempos de viagem dos produtos. Na rota pelo Canal do Panamá devem ser acrescidos os custos com as tarifas de passagem pelo Canal e eventual transbordo em São Francisco.

Sem adequadas saídas para o Pacífico, o Brasil perde valiosas rotas para participar deste comércio crescente. Além disto, estas saídas facilitariam também o intercâmbio com a costa oeste dos EUA, bem como impulsionariam o comércio regional na America do Sul Os produtos brasileiros oriundos de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Amazonas (parte sul), atualmente exportados pelos portos do Atlântico, estão com a sua competitividade ameaçada. Além dos longos percursos rodoviários, a má conservação das estradas está causando o encarecimento dos fretes. Por outro lado, as tarifas portuárias em Santos e em outros portos do litoral brasileiro são consideradas muito altas para padrões mundiais, além do congestionamento verificado.

Rodovias

Partindo de Campo Grande, no entroncamento das rodovias BR-060, BR-163 e BR-262, prossegue-se em direção oeste até o acesso a Aquidauana, por 136 km. Daí segue margeando o Pantanal Matogrossense por 69 km até Miranda. O trecho de Miranda até a travessia do rio Paraguai tem 148 km, atravessando o Pantanal, e demandou vários anos de custosos trabalhos de consolidação do leito estradal.

Na travessia do rio Paraguai há uma ponte de cerca de 2 km com um pedágio, que termina em Porto Morrinho. A partir deste ponto, a rodovia toma a direção norte por 67 km até a base naval de Ladário, na margem direita do mesmo rio. O percurso também é feito através do Pantanal mas com leito já consolidado. De Ladário até Corumbá são apenas 4 km em pista dupla e daí até a fronteira Brasil-Bolívia mais 6 km. Resumindo, de Campo Grande até a fronteira com a Bolívia são 431 km, pavimentados.

Em território boliviano, a partir da localidade fronteiriça de Puerto Suarez, a rodovia está em precárias condições. Há planos para se asfaltar esta rodovia, que integra um corredor de exportação da Bolívia. O percurso entre Puerto Suarez e Santa Cruz tem 659 km, sendo que somente os últimos 58 km (Pailón-Santa Cruz) são pavimentados. A principal cidade atravessada é San José de Chiquitos. A partir de Santa Cruz existem rodovias pavimentadas até o Pacífico. O melhor corredor sai de Santa Cruz com rumo norte até Guabirá, num percurso de 60 km. Em Guabirá entronca-se com o corredor Cuiabá – Bolívia – Pacífico, já descrito anteriormente.

Em resumo, a partir de Puerto Suarez até o Pacífico pela opção mais curta, ou seja, a que demanda o porto de Arica, são 1.797 km. A distância total de Campo Grande e Arica é de 2.228 km.

Ferrovias

Com 1,00 m de bitola (antiga EFNOB – Estrada de Ferro Noroeste do Brasil), ligando Bauru, SP a Campo Grande e Corumbá, e um ramal entre Campo Grande e Ponta Porã, fronteira com o Paraguai, num total de 1.621 km de trilhos. Em Bauru faz conexão com a malha da Ferroban (antiga FEPASA), que dá acesso ao porto de Santos, na mesma bitola, através do ramal de Mairinque.

Entre Corumbá e Santa Cruz encontra-se em operação uma ferrovia do sistema ferroviário boliviano, a Red Oriental, (antiga Estrada de Ferro Brasil – Bolívia), com 643 km e bitola de 1,00 m, também privatizada recentemente. Segundo informações, não há tráfego mútuo entre estas 2 ferrovias que encontram-se em Corumbá. É necessário fazer-se o transbordo das mercadorias de um trem para o outro, com passagem pela alfândega.

Navegação Fluvial

Corumbá é um importante porto no rio Paraguai e existe navegação fluvial com bom calado (acima de 2,00 m) para comboios de chatas no rumo sul até o rio da Prata, passando por Porto Murtinho, MS e Assunção, Paraguai. No rumo norte, em direção a Cáceres, MT, a navegação sofre inúmeras restrições.


Em resumo, de acordo com as várias opções portuárias no Pacífico já examinadas, temos as seguintes possibilidades de percurso nesta Rota, com as respectivas extensões:

Alternativas Mistas (Ferrovia + Rodovia)

O trecho rodoviário Campo Grande – Corumbá – Santa Cruz possui 1.090 km. Por outro lado, a extensão de ferrovia para cobrir o mesmo trecho é de 1.114 km. O percurso rodoviário equivalente ao ferroviário (em termos de custo de transporte) é de 1.114 x 0,514 = 573 km. Assim sendo, pode-se considerar que, usando-se a ferrovia em vez da rodovia neste trecho, teremos uma economia teórica de: 1.090 – 573 km = 517 km.

Setores

Sua economia está baseado na produção rural (animal, vegetal, extrativa vegetal e indústria rural), indústria, extração mineral, turismo e prestação de serviços. Mato Grosso do Sul possui um dos maiores rebanhos bovinos do país.

Primário

A maior produção agricola concentra-se na região de Dourados. Nos campos limpos, pratica-se a pecuária de corte, com numeroso rebanho bovino, e os suínos assumem importância nas áreas agrícolas. No Pantanal, a oeste, estão as melhores pastagens do estado.

Destacam-se na atividade agrícola: soja, arroz, trigo, milho, feijão, mandioca, algodão, amendoim cana-de-açúcar e abacaxi. A maior produção agropecuária está concentrada na região de Dourados. A cultura que está sofrendo maior expansão é a cultura da cana-de-açúcar, com destaque para a região dos municípios de Sidrolândia e Maracaju, região de maior produção de etanol do estado. Nos municípios da região centro-norte, o destaque vai para a cultura da soja e milho. De modo geral, o solo tem boas propriedades físicas, mas propriedades químicas fracas, o que exige a correção de cerca de quarenta por cento da área total com o emprego de calcário.

Mato Grosso do Sul possui ainda o terceiro maior rebanho bovino do país (21,8 milhões de cabeças – 10,9% do nacional). A região de maior produção bovina é a região do Pantanal e nos campos naturais (pampas) da região sudoeste do estado. Possui também rebanhos muares, equinos, asininos e codornas.

Secundário

Historicamente a indústria no estado não possui grande representatividade em virtude da opção pela agropecuária e extrativismo, porém, com a crise da agropecuária de 2004-2005, o estado se viu na obrigação de mudar sua matriz econômica e passou a investir em infraestrutura e incentivos fiscais para atrair novos empreendimentos.[3][4]

A maior parte da energia consumida no estado é produzida pela usina hidrelétrica de Jupiá, instalada no rio Paraná, no estado de São Paulo. As indústrias do Mato Grosso do Sul são responsáveis por vinte por cento desse consumo.

A principal atividade industrial do Mato Grosso do Sul é a produção de gêneros alimentícios, seguida da transformação de minerais não-metálicos e da indústria de madeira. Os beneficiamentos de carne bovina e de arroz têm seu centro na capital. Até antes do desmembramento, toda a carne produzida no Mato Grosso era beneficiada no atual Mato Grosso do Sul. Corumbá é o maior núcleo industrial do Centro-Oeste, com indústrias de cimento, fiação, curtume, beneficiamento de cereais e uma siderúrgica que trata o minério do Maciço do Urucum.

O estado possui importantes jazidas de ferro, manganês, calcário, mármore e estanho. Uma das maiores reservas de ferro e manganês do mundo está situado no Maciço do Urucum, localizado no município de Corumbá. As maiores jazidas de calcário estão concentradas nos municípios de Miranda, Bodoquena, Bonito e Bela Vista.

Outro destaque é a silvicultura destinada à produção de carvão vegetal e para a fabricação de celulose e papel, concentrada na leste de Mato Grosso do Sul e, em menor escala, na região de Jardim.

Terciário

Turismo



Pôr do sol no Pantanal.

O Mato Grosso do Sul é mundialmente conhecido por sua biodiversidade, encontrada principalmente no Complexo do Pantanal e no Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Sua capital é Campo Grande e suas principais cidades turísticas são


Infraestrutura

A infra-estrutura econômica existente e a localização geográfica permitem ao estado exercer o papel de centro de redistribuição de produtos oriundos dos grandes centros consumidores para o restante da região Centro-Oeste e a região Norte do Brasil.

Referências

  1. Produto Interno Bruto a preços correntes e Produto Interno Bruto per capita segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e municípios - 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (10 de dezembro de 2010). Página visitada em 14 de julho de 2011.
  2. Produto Interno Bruto a preços correntes e Produto Interno Bruto per capita segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e municípios - 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (10 de dezembro de 2010). Página visitada em 14 de julho de 2011.
  3. FAEP. A crise da agropecuária. Página visitada em 01 de dezembro de 2009.
  4. SEPROTUR. Política de incentivos fiscais. Página visitada em 01 de dezembro de 2009.


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05 DE JUNHO - DIA DO MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA

No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-mundial-do-meio-ambiente-ecologia.htm

PALESTRA - OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA

Hoje, 12 de maio, fomos à biblioteca de nossa escola, onde fomos recebidos pelas professoras Regiane e Edenilse, as quais palestraram sobre Sistema solar, e assuntos relacionados à Olimpíada que acontecerá em 13 de maio.

ATIVIDADES DA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA

Na Sala de Tecnologias Educacionais de nossa escola, nos divertimos com o stellarium - programa especial para observação e interação - , foi fantástica a experiência. Todos aprovaram, pois virtualmente viajaram nas constelações, estrelas,planetas e nosso planeta Terra.

NOSSA PÁSCOA 2011

I SARAU MONTEIRO LOBATO EEMAP

VISITANDO A EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS DOS NORMALISTAS

MUITA ALEGRIA

PROJETO RECEITAS: LENDO INSTRUÇÕES, MEDINDO CAPACIDADES, FRACIONANDO, DIVIDINDO E SE DIVERTINDO






Hoje, iniciamos nosso projeto interdisciplinar, uma nova aventura. Após juntarmos nossas economias, nos divertimos e aprendemos na prática, muitas coisinhas que estávam nos instigando. Na prática tudo parece mais fácil, divertido e, muito gostoso. A escola nos ofereceu duas pizzas para nosso exercício prático, às quais adicionamos outras três, e com apoio de nosso livro didático de Língua Portuguesa (Projeto Além das Palavras), antes que degustássemos as pizzas, estudamos passo a passo a receita (ingredientes, quantidade, modo de preparo). Em Matemática: houve a oportunidade deste primeiro momento do projeto de fracionarmos as pizzas, contar os pedaços, dividir igualmente, e o melhor: houve uma real e efetiva aprendizagem de Divisor Comum.


Mas o melhor mesmo, foi a prática degustativa, maior alegria. Já planejamos o encerramento deste projeto com nova festa degustativa.

O professor Carlos (Educação Física), nosso muito obrigado por ceder sua aula, e nos ajudar, como sempre, pois está sempre presente e sorridente em nossas atividades diferenciadas.

Os Coordenadores de Área do Projeto Além das Palavras: Elza Maria e Edson Prado, nosso muito obrigado por fazerem-se presentes e alegres.


Em breve mais novidades deste projeto divertido e gostoso que iniciamos hoje.


ECOSSISTEMAS BRASILEIROS

A Amazônia

A Floresta Amazônica ocupa a Região Norte do Brasil, abrangendo cerca de 47% do território nacional. É a maior formação florestal do planeta, condicionada pelo clima equatorial úmido. Esta possui uma grande variedade de fisionomias vegetais, desde as florestas densas até os campos. Florestas densas são representadas pelas florestas de terra firme, as florestas de várzea, periodicamente alagadas, e as florestas de igapó, permanentemente inundadas e ocorrem na por quase toda a Amazônia central. Os campos de Roraima ocorrem sobre solos pobres no extremo setentrional da bacia do Rio Branco. As campinaranas desenvolvem-se sobre solos arenosos, espalhando-se em manchas ao longo da bacia do Rio Negro. Ocorrem ainda áreas de cerrado isoladas do ecossistema do Cerrado do planalto central brasileiro.


O Semi-árido (Caatinga)


A área nuclear do Semi-Árido compreende todos os estados do Nordeste brasileiro, além do norte de Minas Gerais, ocupando cerca de 11% do território nacional. Seu interior, o Sertão nordestino, é caracterizado pela ocorrência da vegetação mais rala do Semi-árido, a Caatinga. As áreas mais elevadas sujeitas a secas menos intensas, localizadas mais próximas do litoral, são chamadas de Agreste. A área de transição entre a Caatinga e a Amazônia é conhecida como Meio-norte ou Zona dos cocais. Grande parte do Sertão nordestino sofre alto risco de desertificação devido à degradação da cobertura vegetal e do solo.


O Cerrado


O Cerrado ocupa a região do Planalto Central brasileiro. A área nuclear contínua do Cerrado corresponde a cerca de 22% do território nacional, sendo que há grandes manchas desta fisionomia na Amazônia e algumas menores na Caatinga e na Mata Atlântica. Seu clima é particularmente marcante, apresentando duas estações bem definidas. O Cerrado apresenta fisionomias variadas, indo desde campos limpos desprovidos de vegetação lenhosa a cerradão, uma formação arbórea densa. Esta região é permeada por matas ciliares e veredas, que acompanham os cursos d'água.


A Mata Atlântica


A Mata Atlântica, incluindo as florestas estacionais semideciduais, originalmente foi a floresta com a maior extensão latitudinal do planeta, indo de cerca de 6 a 32oS. Esta já cobriu cerca de 11% do território nacional. Hoje, porém a Mata Atlântica possui apenas 4% da cobertura original. A variabilidade climática ao longo de sua distribuição é grande, indo desde climas temperados superúmidos no extremo sul a tropical úmido e semi-árido no nordeste. O relevo acidentado da zona costeira adiciona ainda mais variabilidade a este ecossistema. Nos vales geralmente as árvores se desenvolvem muito, formando uma floresta densa. Nas enconstas esta floresta é menos densa, devido à freqüente queda de árvores. Nos topos dos morros geralmente aparecem áreas de campos rupestres. No extremo sul a Mata Atlântica gradualmente se mescla com a floresta de Araucárias.


O Pantanal Mato-Grossense


O Pantanal mato-grossense é a maior planície de inundação contínua do planeta, coberta por vegetação predominantemente aberta e que ocupa 1,8% do território nacional. Este ecossistema é formado por terrenos em grande parte arenosos, cobertos de diferentes fisionomias devido a variedade de microrelevos e regimes de inundação. Como área transicional entre Cerrado e Amazônia, o Pantanal ostenta um mosaico de ecossistemas terrestres com afinidades sobretudo com o Cerrado.


Outras Formações


Os Campos do Sul (Pampas)


No clima temperado do extremo sul do país desenvolvem-se os campos do sul ou pampas, que já representaram 2,4% da cobertura vegetal do país. Os terrenos planos das planícies e planaltos gaúchos e as coxilhas, de relevo suave-ondulado, são colonizados por espécies pioneiras campestres que formam uma vegetação tipo savana aberta. Há ainda áreas de florestas estacionais e de campos de cobertura gramíneo-lenhosa.


A Mata de Araucárias (Região dos Pinheirais)


No Planalto Meridional Brasileiro, com altitudes superiores a 500m, destaca-se a área de dispersão do pinheiro-do-paraná, Araucária angustifolia, que já ocupou cerca de 2,6% do território nacional. Nestas florestas coexistem representantes da flora tropical e temperada do Brasil, sendo dominadas, no entanto, pelo pinheiro-do-paraná. As florestas variam em densidade arbórea e altura da vegetação e podem ser classificadas de acordo com aspectos de solo, como aluviais, ao longo dos rios, submontanas, que já inexistem, e montanas, que dominavam a paisagem. A vegetação aberta dos campos gramíneo-lenhosos ocorre sobre solos rasos. Devido ao seu alto valor econômico a Mata de Araucária vêm sofrendo forte pressão de desmatamento.


Ecossistemas costeiros e insulares



Os ecossistemas costeiros geralmente estão associados à Mata Atlântica devido a sua proximidade. Nos solos arenosos dos cordões litorâneos e dunas, desenvolvem-se as restingas, que pode ocorrer desde a forma rastejante até a forma arbórea. Os manguesais e os campos salinos de origem fluvio-marinha desenvolvem-se sobre solos salinos. No terreno plano arenoso ou lamacento da Plataforma Continental desenvolvem-se os ecossistemas bênticos. Na zona das marés destacam-se as praias e os rochedos, estes colonizados por algas. As ilhas e os recifes constituem-se acidentes geográficos marcantes da paisagem superficial.


FONTE: http://www.brcactaceae.org/ecossistemas.html

HOJE - 50 ANOS DA PRIMEIRA VIAGEM À LUA !!!!!!

Há 50 anos, aos 27 anos de idade, Yuri Alekseievitch Gagarin se tornava o primeiro homem no espaço. Gagarin entrou para a história no dia 12 de abril de 1961, ao dar a volta na órbita da Terra em 89 minutos – o tempo total da viagem foi de 1 hora e 48 minutos – a bordo da cápsula Vostok. Ele estava sendo treinado como um cosmonauta havia 1 ano e 29 dias, mas, apenas nos dois últimos meses, soubera que seria o primeiro homem a chegar ao espaço.

Durante o voo, o cosmonauta disse duas frases que entrariam para a história. Uma de surpresa:


- A Terra é azul.

A outra, que só um bom comunista ousaria dizer:

- Olhei para todos os lados, mas não vi Deus.


Gagarin foi promovido de tenente a major enquanto ainda estava em órbita. Foi com essa patente que a agência de notícias soviética Tass anunciou o espetacular feito ao mundo, que entrava na Era Espacial a partir daquele momento.


Corrida espacial



A ida à Lua sempre foi um sonho do homem. Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento do foguete V-2.

A exploração espacial começou mesmo com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela URSS em 4 de outubro de 1957, no Cosmódromo de Baikonur (base de lançamento de foguetes da URSS), em Tyuratam, no Cazaquistão.

O Sputnik provocou uma corrida pela conquista do espaço entre a URSS e os EUA, que acabaria com a chegada do homem à Lua. No entanto, o primeiro ser vivo no espaço não foi um homem, mas a cadela russa Laika, que subiu ao espaço em 3 de novembro de 1957 a bordo do Sputnik 2.

O lançamento do Sputnik e a ida do primeiro homem ao espaço se devem bastante ao talento de Serguei Korolev, engenheiro-chefe do programa espacial soviético. Foi ele quem convenceu Nikita Khruchev, na época o líder da URSS, a investir no programa. E foi dele também a ideia de levar, realmente, homens à Lua.

Fonte: http://www.carloslobato.com.br/blog/2011/04/primeira-viagem-do-homem-ao-espaco-faz-50-anos/

MELHORES POESIAS FEVEREIRO 2011

Eu Luiz

As vezes sou queridinho
mas nem sempre
sou bonzinho.

Meus olhos são pretinhos
e também sou
bem magrinho.

Brinco de Super
mas nem sempre sou vencedor.

Também jogo bola
pra ser goleador.

Sou cowboy
um destemido sonhador.

Assim sou eu
um menino
encantador.

Gosto muito
de brincar
e adoro me aventurar.

LUIZ FERNANDO, EEMAP, 5o. ANO A, 2011





MINHA IDENTIDADE

as vezes nem eu mesma
Sei quem sou
As vezes
Sou chama
as vezes
Sou boazinha.

Para mim
Tem vezes que sou heroina
Barbie voadora
Professora lutadora
Mulher Maravilha
As vezes quero
Ser uma pulga
Para me esconder
E ninguém me ver.

Mas o que importa
O que pensam
De mim...
Sou assim
sou e
Uma garota
Inteligente
E ninuém
Vai me mudar.

NATÁLIA ÁVILA. EEMAP, 5o. ANO A, IGUATEMI, 2011.

MELHORES POESIAS FEVEREIRO 2011

VISÍVEIS E PERSONALIDADE

Eu tenho um rosto pra te mirar,
Mas só a sombra dos meus olhos
Ficou por cima a procurar
E a esperança do meu olhar.

Sou uma pessoa muito sonhadora
E tenho um jeito de menina
E as vezes sou carente,
Por causa da minha alegria.

GABRIELA, EEMAP, 5o. ANO A, 2011.





HOMENAGEM AOS PAIS 5o. ANO A - 2010

O SER HUMANO E AS MODIFICAÇÕES NO AMBIENTE

Desequilibramos o planeta

Centenas de máquinas e produtos químicos, antes desconhecidos, têm sido usados na agricultura, na criação de animais, na indústria, na medicina. Com isso conseguimos mais alimentos e novas maneiras de tratar as doenças. O número de mortes diminuiu e a população humana cresceu, tornando-se necessário aumentar a produção e ocupar cada vez mais espaço.
Para atender às necessidades dessa população, retiramos da Terra cada vez mais metais, madeira, petróleo, areia, pedras, barro e outros recursos, que passaram a ser usados em quantidades cada vez maiores. Podemos imaginar o quanto modificamos a Terra: a retirada de materiais para fazer construções, o desmatamento para fazer plantações ou pastos, a retirada de morros para passar estradas, etc. Como conseqüência, os ambientes da Terra foram modificados mais intensa e rapidamente.
Hoje, ninguém mais duvida de nosso poder de modificar o planeta inteiro de forma desordenada. Com isso, provocamos desequilíbrios cujas conseqüências não somos capazes de avaliar completamente. Quando agredimos a natureza, nós, seres humanos – e os demais seres vivos – sofremos com ela.